e quanto ao amor? bem, tudo é amor para quem ama. para fazer do amor algo presente nào é preciso esforço. quando é amor, acontece naturalmente. naturalmente isto te invade a cabeça à tonam a qualquer hora do dia. ou da noite. ou em sonhos. o amor se torna o teu refúgio quando nada mais lhe agrada, quando nada parece ir bem. e naturalmente o amor se apresenta. em formas variadas, como aquele sorriso, o sussuro que te arrepia ou aquela careta boba que faz rir. é tão fácil amar num carinho, num abraço que esquenta, em palavras que confortam a tristeza. é tão fácil amar cuidando daquele joelho ralado, ou do dedo cortado, ou mesmo fazendo esquecer a terrível dor de cabeça, apenas utilizando as mãos, num cafuné. é impossível não amar quando as lágrimas escorrem pelo rosto simplesmente por olhar olho no olho e entender a importância de estar ali, simplesmente ali.porque o amor é aquele beijo na testa, as mãos dadas, e as flores roubadas; aquela canção cantada mesmo desafinada, mas é a da primeira vez que o amor aconteceu; o primeiro porre juntos, e a cara amassada logo que acorda no dia seguinte após ter dormido de conchinha e acordado cada um para um lado (mas o que importa é que adormeceram em conchinha); os bilhetinhos escritos em qualquer pedaço de papel, a maçã de amor no parque de diversões num dia frio, e ainda com beijinho de esquimó; o sorvete no nariz, ou mesmo a pipoca dada na boca, no cinema; são as imensas cartas de amor, o beijo roubado e aquele almoço feito todo atrapalhado e com muita diversão ou mesmo a marca de uma mordida; aquele eu te amo solto no meio de uma conversa qualquer e os olhos baixos e o rosto corado de envergonhamento por algum elogio; a mão acariciando a bochecha e a boca enquando os olhares são fixos um no outro; o filme de terror, que oportuniza chegar mais perto tímida e propozitalmente para ela sentir-se mais segura, as escolhas que são feitas; a roupa/objeto esquecido na casa do outro ou mesmo as escovas de dentes juntas; a opinião sincera, o ciúme, a saudade; os recados no espelho, as mesagens no celular a todo momento; as mãos inquietas ou mesmo acariciando-se juntas; o pensamento constante.
o amor também está nas discussões, nas brigas e teimosias. quando a teimosia e todos os outros trejeitos passam a fazer falta; o amor é aquela porção de lágrimas escorrendo pelo rosto por noites afora em claro, após uma briga. é ter força para fazer o amor resistir. é ver a saudade te invadindo, sem mais nem menos, e sentir que ela só aumenta. é aquele telefonema no meio da noite, quando os dois estão afogados em lágrimas, e não há nada a dizer. amor é o silêncio. é ter coragem e humildade para admitir que errou, e ter sensatez para saber perdoar. e no fim das contas, saber que se olhar para o lado, terá seu melhor amigo, seu companheiro, seu amor. saber que pode seguir em frente com dois sorrisos completos outra vez.
afinal, meio limão não dá nem pra suco. tu chupa e sente teu próprio azedume.
o amor também está nas discussões, nas brigas e teimosias. quando a teimosia e todos os outros trejeitos passam a fazer falta; o amor é aquela porção de lágrimas escorrendo pelo rosto por noites afora em claro, após uma briga. é ter força para fazer o amor resistir. é ver a saudade te invadindo, sem mais nem menos, e sentir que ela só aumenta. é aquele telefonema no meio da noite, quando os dois estão afogados em lágrimas, e não há nada a dizer. amor é o silêncio. é ter coragem e humildade para admitir que errou, e ter sensatez para saber perdoar. e no fim das contas, saber que se olhar para o lado, terá seu melhor amigo, seu companheiro, seu amor. saber que pode seguir em frente com dois sorrisos completos outra vez.
afinal, meio limão não dá nem pra suco. tu chupa e sente teu próprio azedume.






