terça-feira, 10 de novembro de 2009

e quanto ao amor?

e quanto ao amor? bem, tudo é amor para quem ama. para fazer do amor algo presente nào é preciso esforço. quando é amor, acontece naturalmente. naturalmente isto te invade a cabeça à tonam a qualquer hora do dia. ou da noite. ou em sonhos. o amor se torna o teu refúgio quando nada mais lhe agrada, quando nada parece ir bem. e naturalmente o amor se apresenta. em formas variadas, como aquele sorriso, o sussuro que te arrepia ou aquela careta boba que faz rir. é tão fácil amar num carinho, num abraço que esquenta, em palavras que confortam a tristeza. é tão fácil amar cuidando daquele joelho ralado, ou do dedo cortado, ou mesmo fazendo esquecer a terrível dor de cabeça, apenas utilizando as mãos, num cafuné. é impossível não amar quando as lágrimas escorrem pelo rosto simplesmente por olhar olho no olho e entender a importância de estar ali, simplesmente ali.
porque o amor é aquele beijo na testa, as mãos dadas, e as flores roubadas; aquela canção cantada mesmo desafinada, mas é a da primeira vez que o amor aconteceu; o primeiro porre juntos, e a cara amassada logo que acorda no dia seguinte após ter dormido de conchinha e acordado cada um para um lado (mas o que importa é que adormeceram em conchinha); os bilhetinhos escritos em qualquer pedaço de papel, a maçã de amor no parque de diversões num dia frio, e ainda com beijinho de esquimó; o sorvete no nariz, ou mesmo a pipoca dada na boca, no cinema; são as imensas cartas de amor, o beijo roubado e aquele almoço feito todo atrapalhado e com muita diversão ou mesmo a marca de uma mordida; aquele eu te amo solto no meio de uma conversa qualquer e os olhos baixos e o rosto corado de envergonhamento por algum elogio; a mão acariciando a bochecha e a boca enquando os olhares são fixos um no outro; o filme de terror, que oportuniza chegar mais perto tímida e propozitalmente para ela sentir-se mais segura, as escolhas que são feitas; a roupa/objeto esquecido na casa do outro ou mesmo as escovas de dentes juntas; a opinião sincera, o ciúme, a saudade; os recados no espelho, as mesagens no celular a todo momento; as mãos inquietas ou mesmo acariciando-se juntas; o pensamento constante.
o amor também está nas discussões, nas brigas e teimosias. quando a teimosia e todos os outros trejeitos passam a fazer falta; o amor é aquela porção de lágrimas escorrendo pelo rosto por noites afora em claro, após uma briga. é ter força para fazer o amor resistir. é ver a saudade te invadindo, sem mais nem menos, e sentir que ela só aumenta. é aquele telefonema no meio da noite, quando os dois estão afogados em lágrimas, e não há nada a dizer. amor é o silêncio. é ter coragem e humildade para admitir que errou, e ter sensatez para saber perdoar. e no fim das contas, saber que se olhar para o lado, terá seu melhor amigo, seu companheiro, seu amor. saber que pode seguir em frente com dois sorrisos completos outra vez.
afinal, meio limão não dá nem pra suco. tu chupa e sente teu próprio azedume.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

we use to think it was impossible

o tempo vai passando e querendo com que eu me esqueça de ti. há tantas brechas, tantas outras saídas e eu nem mesmo sei o que eu quero. às vezes nem mesmo lembro-me da tua voz, do teu jeito. mas como a incerteza de que ainda quero esquecer-te, eu lembro, uma vez mais, bem como a última tragada ou a última noite de bebedeira; a última farra, a última traição; o último pedaço de chocolate, a última lágrima chorada. então decido por mais uma vez lembrar-me de como tu é. da forma como tu falavas comigo, da tua voz manhosa, o teu sorriso, o teu olhar. decido por mais uma vez lembrar-me das tuas mãos, do teu toque, e de como tudo se encaixava perfeitamente entre nós. de como a gente era capaz de se entender, no fim das contas. estamos longe de sermos perfeitos, mas sabemos que éramos perfeitos para o outro. e é tudo sabe? a tua pele, a tua voz, o teu jeito de saber tudo o que eu gosto, e de me conhecer.
e lembra de quando éramos melhores amigos? não há nada mais que eu precisasse além de ti como meu melhor amigo e como amante. eu tinha tudo o que eu queria. ninguém me entendia melhor que tu e ninguém era capaz de me sentir melhor, do que tu. as intrigas, os ciúmes, as brincadeiras, bobeiras, e todo o tempo que a gente passava juntos. nada era melhor. juntos a gente enfrentava o mundo contra nós, e estava tudo bem, porque estávamos juntos. tínhamos nossa liberdade, nossos sorrisos. e desde o primeiro beijo, tudo o que acontecia tornava-se inusitado. nós gostávamos disso. nós gostávamos um do outro, muito mais que gostar. e tudo estava bem, tínhamos com quem contar sempre que precisávamos, pois éramos mais do que amantes, mais do que simples amores, éramos amigos. e nunca estávamos sós pois éramos amantes. sabíamos que sempre teríamos um ao outro, nosso amor, nossas carícias, nossas vozes manhosas, nossos sussurros. as palavras escritas, e os cheiros que relembravam o princípio. tínhamos tudo na ponta dos dedos.
mas se eu te visse hoje, tenho quase certeza que nada se encaixaria dessa forma. e ficaria longe disso.

se o vento ainda está forte

Já tinha anoitecido, e estava frio, muito frio, como de costume aqui no sul. Havia chovido poucos minutos antes de eu sair de casa. Por tais motivos as ruas encontravam-se desertas. Somente aquela brisa gelada do minuano seguia em frente e virava as esquinas. Mas apesar de tudo estar deserto, continuava a ser uma sexta-feira à noite, o que contradizia a solidão daquelas ruas tão frias. Mas, aaah! Fazia tanto tempo que eu não sentia-me tão bem quanto naquela noite. E hoje ainda posso dizer o mesmo. Desde aquela noite, não tive mais os mesmos sentimentos. Pequeninos detalhes que parecem tão insignificantes. Estavam desertas as ruas, e nas calçadas, refletiam-se as luzes de postes e lojas sobre as pedras molhadas pela chuva; assim como na calçada, isso repetia-se continuamente no asfalto, pelos semáforos. Refletiam-se constantemente, continuamente. Como se estivessem cumprindo seu trabalho apenas por obrigação, até a hora de descansar. Não passava carro nenhum, nem mesmo gente. Mas estava frio, e isso me satisfazia vorazmente. Ah, e como. Minha respiração findava-se em "fumacinha", o que é algo muito gostoso, pois indica que está frio mesmo, principalmente comparado ao calor interno do corpo. Iggy Pop no volume máximo pelos fones, o frio cortante e o cheiro de brilho labial misturado com o hálito de um bom café preto que eu havia tomado antes de sair de casa. As esquinas brilhavam e faziam essa cidade parecer algo melhor. Eram as luzes, o frio, o chão molhado e eu. Era a melhor solidão, a melhor noite. Bastava respirar profundamente que era possível sentir a maior paz, misturada com a maior sensação de liberdade e adrenalina. Era a felicidade plena. E eu sabia que estava bem. E para onde estava indo. E tudo era tão bom. Era todo mundo junto; eram os melhores amigos a se encontrar; era pura fidelidade, risos, carinhos, decisões; era confiança. E aquela noite toda, foi tão intensa. Que nunca deixarei nada para trás. Eu sabia muito bem o que aquele vento significava.

domingo, 4 de outubro de 2009

muitas coisas

eu voltaria no tempo. pra te conhecer denovo. fazer tudo outra vez. de outro jeito. talvez. talvez não. mas que eu pudesse reviver tudo outra vez. até porque se eu soubesse. ah, se eu soubesse... se eu soubesse que aquela seria a última vez em que eu veria teu rosto, e tu veria minhas lágrimas correndo pelo rosto enquanto me despedia. se eu soubesse que... eu iria te amar com todas as minhas forças. com as minhas raízes e com tudo dentro de mim. e ainda hoje, eu ponho não só a mão, mas meu todo no fogo por nós. eu faria qualquer coisa por nós. todo esse tempo eu me colocaria no fogo e arriscaria tudo. por mim, por ti, por nós. eu te amo. e meu amor é egoísta. eu quero te ver feliz. quero sim. pra mim ser feliz. porque somos um só. tu tá em mim, mesmo que talvez não queira. mas eu sei que tu te importa. e tu tá. mas meu amor é tão grande e hipócrita, como sempre foi. é um amor egoísta, muito egoísta. eu quero que tu seja feliz. mas eu quero que tu seja feliz comigo. e só assim serei feliz. não sonho contigo toda noite. sonho com nós toda noite. e desejo somente acordar e te ver ao meu lado, me dando a certeza de que não é um sonho. no fim das contas, a hora de acordar chega. e há metade da cama vazia. a solidão. e mais um dia mizerável pela frente. dizer que tua voz não me arrepia? mentira. e eu tinha ela todo dia. toda noite. quando queria. ah, hoje o efeito colateral da tua voz gera além de saudade, lágrimas. o mais profundo choro seguido por sonhos mais intensos à noite. depois do banho, ainda é a mesma coisa. aumenta a intensidade do que sinto. vem a incerteza de te ter. nem mesmo meus próprios dedos me privam de ti. aquele cheiro. nosso creme. minhas mãos me trazem você no meu corpo. minhas mãos. teus arrepios. eu necessito de ti. eu te necessito como nunca. eu te amo como nunca amei ninguém. e ah. essa vida há de seguir pra esse amor passar. esses anos hão de passar para amar tanto outra vez. e falo sério quando digo. que pelo teu amor, faria de tudo. faria as coisas mais absurdas. se eu soubesse que acordaria ao teu lado, no fim do dia pudesse te ver. e tivesse nossas polaroids por todos os cantos. eu te amo absurdamente. e tenho certeza que eu não estava errada quando usava o termo "incondicionalmente". depois de tudo que passou, ou do que ainda vai acontecer. ou mesmo do nada que virá. eu te amo. eu te amo. tu me fez feliz como ninguém mais. tu me entendia como ninguém era capaz. tu me amou como ninguém já me amou. tu me fez feliz. tu me fez feliz. tu me faz feliz. e não me privo de desabar-me em lágrimas enquanto escrevo isto. não me canso de te procurar em outras pessoas. te procuro em cada olhar. em cada sorriso. te procuro por todas as pessoas. mas como você não há. meu coração sente o que tu sente, pode ter certeza. meus palpites todos eram certeza. hoje não é diferente. eu sei o que está acontecendo. te cuida amor. e podes fazer o que quiser. pode. independentemente de qualquer coisa, eu sempre estarei aqui pra ti. eu te amo incondicionalmente. tu sabe. meu ponto fraco. podes fazer tudo. no fim, estarei aqui. pra ti. por ti. vou te amar. passe o tempo que passar. vou te amar. todos os dias. todo dia um pouco mais. vou te amar. todas as vezes que eu puder. em cada chance. em cada escolha. e o fim. talvez nunca chegue para nós. mas por ti, eu faria tudo outra vez. passaria tudo outra vez. te escolheria todas as vezes. enfrentaria o mundo por ti. por ti, faço tudo. você é a melhor parte de mim. você é o meu todo. de todos os abraços, é só o teu que me conforta, é só o teu que eu quero. de todos os olhares, o teu é o mais bonito. de todas as bocas, é só a tua que me satisfaz. de todos os sorrisos, é só o teu que me trás paz. de todos os amores, é só o teu que eu preciso. eu aceito qualquer condição, eu faço qualquer coisa.

PS: Eu te amo.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Sudor de la Carne [Parte I]

E eu estava pronta. A imagem que refletia no espelho me mostrava a mulher mais linda da noite, do mundo inteiro à minha frente. Eu mesma. Eu estava sublime. Faltava-me apenas calçar as botas. O cabelo estava comportado, com a cor no tom certo, no lugar certo. O rosto era de uma boneca de porcelana. Branco com textura de pêssego. Os olhos azuis afundados por negros contornos e os lábios pintados pelo mais puro e vibrante vermelho. A blusa com base em corpete ajustava meu corpo, maleando cada contorno. O quadril, a cintura, o busto. Sutilmente acomodados sob aquele justo corpete. Seguia-se com o short colado sobre a meia-arrastão que valoriza cada curva das minhas pernas. Por fim, calçei as botas. Salto agulha, cano até o fim da panturrilha, quase nos joelhos, e saí de casa.
Agora são cinco da manhã, e me encontro em uma cozinha desconhecida, preparando um chá de qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo. Já que ler é um tanto improvável na minha situação. Tou num porre de misturas e exageros, que só lembro-me do início da festa, onde estava acompanhada de uma bela garota e um lindo homem. Conforme tomo o chá, parece que o mundo vai estagnando-se novamente. Além da chaleira ainda fervendo, pois esqueci-me de desligá-la, ouço barulho de água.
Bom, estou na casa do cara que estava comigo, pois é ele quem está no chuveiro tomando banho. O que me reflete no espelho, já não é a imagem inicial, da garota mais sublime, ou da mais bonita desse mundo, desta noite ou deste amanhecer. Há batom vermelho já não tão vibrante como antes, transposto além da minha boca, os contornos de meus olhos escorreram um bocado, e meu perfume já não é o original. Há pelo menos umas quatro misturas a mais.
Ele convida-me para tomar banho com ele. Não vejo alternativa melhor para o momento. Já que sozinha eu poderia me matar com um chuveiro mesmo. Ele era realmente um cara bacana. Não sei mais cedo, mas agora eu não estava afim de nada, a não ser atirar-me naquela cama e dormir. Ele emprestou-me uma camiseta sua, e fomos dormir. Pouco antes de pegar no sono, pus-me a pensar quem era aquele homem, o que eu estava fazendo com ele, o que eu fiz com ele mais cedo. No fim das contas, não cheguei ao final. Capotei.
Mais tarde na mesma manhã, acordo-me com ele observando-me enquanto dormia. Eu tinha a cara mais pesada que alguém poderia ter numa manhã da mais brava ressaca. E ele... ah, ele parecia um anjo, com seus olhos fixos em mim. A minha mente já estava me assustando. Não sabia se falava alguma coisa, ou apenas pensava no que ele estava pensando, por que me olhava daquele jeito...

[...]

ϟ Maçã diz (21:18): fiz um poema pra ti ontem

'Em pleno domingo,
lá vou eu fazer mais um poema pa você.
E ele começa com uma simples palavra amor:
Te amar desse jeito,
Me tras paz.
Ti ver todos os dias possiveis,
já me consola desta distancia que temos.
Ouvir sua voz naquele dia,
é como estivesse saboreando mel
de tão doce que és.
Poder olhar esse solhos tão perfeitos como cores,
Ver essa boca e imaginar beijando todos os dias,
seja de noite ou de dia.
Sentir teu cheiro, ain que vontade,
Isso vai de amor a desejo,
Isso vai de amizade ao amor,
Isso vai de dias para decadas,
Só ao seu lado, só.
Passar as madrugas com você,
é poder te sentir aqui e
não conseguir dormir direito
só pensando em você,
Oha nos meus olhos,
e me dá um beijo,
vem pra ser minha, *-*
Meus labios precisam dos teus beijos,
só de olhar você, meus olhos brilham,
meu coração bate mais forte,
uma vontade de estar ali ai do seu lado,
te protegendo de tudo e todos,
porque e você com quem eu quero viver.
eu te amo muito muito minha namorada <3'

Agosto Trece

Talvez tu tenhas chegado na hora certa. Talvez eu esteja mesmo precisando de um novo amor. Um novo amor para amar, um novo amor para ser amada.

Since 86

Bom, essa vai pra ti, que eu sei que sempre lê tudo o que eu escrevo.
Escrevo pra te contar que aquela garota já te quis. Embora ela não tivesse tanta certeza até seus sonhos lhe contarem. Você sabe que aquela garota já tentou. Mas hoje é tarde demais. Se hoje ela te veta, é por alguma razão. Mas eu vou te dizer, ela não é pra você. Vocês não se merecem. Ela te conhece mais do que imaginas. Não és tão oculto quanto tentas parecer... Outra coisa que devo contar-te: ela mentiu pra ti. Sim, ela mentiu. Tu deve ter acreditado, mas ela te mentiu. Uma única vez. Te mentiu, porque certas coisas, caras machistas não se importam em entender.
Ela é mulher.
E quanto aos outros, ou outras, isso não devia te preocupar, pelas coisas que você diz, porém que não batem com o que você dá a entender. Você não é um bom mentiroso. A propósito, não dê muitos chutes e palpites quando não souber de muita coisa (ou nada, no caso).

domingo, 16 de agosto de 2009

Vinte e Seis

Tem certas coisas que eu não gostaria de estar escrevendo, mas eu preciso tirar da cabeça. Eu realmente não gostaria de estar escrevendo essas coisas. Mas é difícil compreender o que tu quer. Na época tu deu a entender que não se importava, que não gostava mais. Embora eu soubesse naquela época que as coisas não eram assim. Eu não te escrevi até um tempo, mas eu não deixei de pensar em ti. Evitava, mas o invevitável não se evita. Pensei em ti mais do que nunca. Senti tua falta mais do que nunca. E pensei em correr pro teu abraço mais do que nunca. Pensei em te ligar, pensei em implorar o teu amor, talvez. Mas decidi que dali a diante, seria mulher. E há certas coisas que mulheres não fazem. Não sei se é coisa de amor reprimido, mas tenho certeza que é coisa de amor não dado.Ah.
E eu sei tudo sobre você. Sei teus desejos, tuas vontades, teus sonhos da vida, teus sonhos noturnos, sei teu segredos mais profundos, e sei que esses, só eu sei. Eu sei que há coisas em você que as afastariam logo. E eu sei que eu sei dessas coisas, e te admiro com elas. Eu sei que eu amo você com cada defeito que há em ti. Com cada história, com cada segredo, com cada erro, com cada defeito. Eu sei quase tudo sobre você. Sei o teu futuro, sei teus gostos, teus desgostos, teus erros e acertos, tuas discussões e irritações. Sei o que te anima, sei o que te dá prazer. Conheço de ti da raiz do teu cabelo, à ponta do dedão do teu pé, amor. Tudo o que sei é muito maior do que eu deveria saber, mas que hoje já não sei mais. Sobre seu amor.
E se tu ler isto, sei que saberá que é pra ti.
PS: Eu te amo.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Fora de brincadeira.

Bom, dessa vez voltei mesmo. Tou disposta a manter esse blog, novamente. Sempre há muito o que dizer, e gosto dessa forma.
Por enquanto tou ajeitando algumas coisas por aqui ainda, talvez algumas mudem. Mas enfim.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Come back

Ah, acho que estou de volta. Este provavelmente será muito aleatório. Caramba! Como a vida dá voltas! Nesse tempo que passei sem postar, muitíssima coisa mudou. E entre promessas, de que eu iria voltar, finalmente voltei (grande diferença que faz também né? como se alguém lesse isto).
Mas bem, de qualquer forma, são quase 3 da madrugada de uma segunda feira, e cá estou. Sem sono - bem, talvez com sono sim -, mas impedida de dormir. A cabeça é realmente algo que controla você sem limites. Ela usa e abusa de você. E no fim, se tu não toma cuidado, tu já é escravo de si mesmo. '-'
Bem, preciso me concentrar e encontrar algo em que pensar e fazer um post decente. É bom estar de volta. Digo, com vontade de voltar a pensar novamente. Eu era menos ignorante na época em que ainda parava para pensar e escrever alguma coisa. Acho que vou dar uma passeada por alguns blogs enquanto penso em alguma coisa. Bom dia.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Rascunho-

E agora, eu só queria dizer o quanto me preocupo, o quanto me importo, de verdade, com cada fato. E ao mesmo tempo, enlouquecer, porque acho que mereço. Não sei, talvez a insanidade seja a minha melhor opção, digo, ao menos o que eu quero, é o que me importa.
Cada dia parece mais cansativo acordar, prefiro dormir mais. E cada sonho é cada vez mais pesado, cada sonho, perturba-me mais.
Eu preciso da raiva, eu preciso da insanidade. Me libertar do desejo. Apenas insanidade. Por direito, tomo-a minha. E não quero permitir que ninguém a tire. Bem que poderia ser normal, mas não seria tão insano. A graça é ser "anormal" e insano.
Preciso concretizar isto. É apenas um rascunho. Salvar agora.
Hum, quatro e cinqüenta (dois mil e nove, cinqüenta ainda possui trema?) e oito. Bom dia.